Thursday, April 22, 2010

Espero você voltar


A lua tentou imitar o brilho dos teus olhos
E a brisa procurou roubar o espaço do teu abraço
E quando o mar percebeu a minha solidão
Queria carregar o meu coração

Mas, tudo foi em vão...

Mesmo quando as lágrimas caíam
E a chuva se misturava com as minhas águas
Mesmo quando os meus murmúrios persistiam
E os trovões gritavam minhas mágoas

Não adianta sol ou névoas...

Aqui, eu hei de esperar por ti
Porque posso senti-lo daqui
Sentada olhando o horizonte
Mesmo que o tempo me afronte

2 comments:

Valdecy Alves said...

Amigos poetas blogueiros, parabéns por utilizarem a internet como forma de dividir com o mundo o seu pensar, o seu compreender, desempenhando a missão do poeta que é se afirmar como ser humano, sobretudo perante si mesmo, captar os arquétipos coletivos de sua época e princípios universais, permitindo após compreender-se ou não compreender-se, que pela sua obra os da sua época tenham referência alternativa para fazer a leitura do mundo e as gerações posteriores entenderem a própria história da humanidade. Tudo temperado pelo sonho, pela sensibilidade e pela utopia. PASSOU A ÉPOCA DE ESCREVERMOS E GUARDAR NA GAVETA NOSSAS CRIAÇÕES DEPOIS DOS MAIS PRÓXIMOS FINGIREM TER LIDO PARA NOS AGRADAR. Através do meu blog quero aprensentar-lhes a video-poesia, que usa várias linguagens de uma só feita, a serviço do texto. Se gostar divulgue e compartilhe com os seus contatos. Acessar em:

www.valdecyalves.blogspot.com

Pah said...

Mas o próprio tempo é o melhor dos remédios...